Menu

Categorias
Dia 10/03

GLÁUBER CUNHA EM “DONA SÔNIA – EU NÃO DIGO É NADA”

O humorista, ator e roteirista Glauber Cunha apresenta o espetáculo “EU NÃO DIGO É NADA”, estrelado por Dona Sônia, sua personagem que ganhou a internet com mais de 700 milhões de visualizações e levou 15 mil espectadores ao teatro em todo o país. Dona Sônia é uma mãe raiz e uma dona de casa que se dedica à família sempre com muito amor e carinho, mas sem deixar de ser firme na criação dos seus filhos. No espetáculo, Dona Sonia conta um pouco de suas experiências de vida, interagindo com a plateia sobre estas vivências. 

“EU NÃO DIGO É NADA”

Texto, Direção e Atuação: Glauber Cunha

Gênero: comédia

Recomendação: livre / Duração: 80 min

Categorias
Março e abril

EMERSON CEARÁ EM “SE ACALME”

O humorista Emerson Ceará, em seu novo show solo “Se Acalme”, explora tudo aquilo que nos irrita: falta de dinheiro, rolês ruins, gente esquisita e muito mais. Por mais que tudo esteja indo de mal a pior, Se Acalme!

Em seu sétimo show solo, depois de passar pelas mais hilárias situações e se apresentar nos mais importantes palcos da comédia brasileira, o comediante apresenta um espetáculo ainda mais absurdo e divertido, com piadas apenas para maiores.

Categorias
Fevereiro a Abril

PRECISAMOS FALAR DE AMOR SEM DIZER EU TE AMO

Pilar e Bento são jovens viúvos que se conhecem virtualmente quando decidem se aventurar em um aplicativo de paquera. A peça começa no momento do primeiro encontro e os personagens dividem seus pensamentos, dúvidas e particularidades com a plateia, que já se sente cúmplice na história desde o primeiro momento, acompanhando o início desse relacionamento como velhos conhecidos na sala de casa. Apesar de ambos terem personalidades peculiares, a identificação relativa à insegurança e à angústia de como se mostrar para o outro é comum à qualquer pessoa. 

Num momento em que as redes sociais vão muito além de ser um cartão de visita e as relações ficam cada vez mais efêmeras, nosso casal de protagonistas levanta, abusando da irreverência, a questão: o que é o amor?

A comédia romântica Precisamos falar de amor sem dizer eu te amo foi escrita por Wagner D’Avila especialmente para os dois atores, a partir de um pré-argumento (que abrange a doação de órgãos) e o convite para Priscila e Bruno fazerem uma apresentação beneficente em Maputo, Moçambique (em prol do Instituto Hakumana).

Ficha Técnica

Autor: Wagner D’Avilla

Direção: Bruno Lopes e Priscila Fantin

Diretor técnico: Arthur Souza

Figurino e cenografia: Priscila Fantin e Bruno Lopes

Produção: More4U Produções Artísticas

Realização: MORE4U PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA ME

Duração 1h40 / Classificação: 14 anos

Categorias
De janeiro a março

INVISÍVEL

O renomado autor Moisés Bittencourt traz para os palcos de São Paulo a impactante peça “INVISÍVEL”, um monólogo que mergulha nas complexidades de um relacionamento abusivo entre dois homens interpretado por João Côrtes. A trama destaca a história de Eduardo, cuja vida é marcada por uma convivência dolorosa com seu parceiro, Michel. 

Eduardo vive em silêncio, suportando violência física e psicológica, uma realidade que se agrava quando o casal decide morar junto. Após muito tempo sofrendo em silêncio, Eduardo toma a corajosa decisão de denunciar seu agressor, levando o caso às autoridades. No entanto, o descaso e o preconceito, que deveriam ser combatidos, criam uma barreira entre o grito de socorro e o medo de se expor, perpetuando a violência. 

“Interpretar o papel de Eduardo é um desafio e é necessário. Abordarmos questões como a homofobia e a violência em relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo é crucial. Assim, ‘INVISÍVEL’ é um chamado à conscientização e empatia”, comenta o ator João Côrtes, indicado ao Prêmio Fita 2023 como Melhor Ator do Ano. 

A peça aborda temas urgentes e atuais, levantando questões como a vergonha e o medo de denunciar, a falta de apoio das autoridades e a fragilidade da vítima em relações tóxicas. “INVISÍVEL” não apenas denuncia, mas também convida o público a uma profunda reflexão sobre o comportamento humano nos dias de hoje. 

“O teatro tem o poder único de sensibilizar e provocar mudanças, e essa peça é um grito de socorro contra a violência em relacionamentos, especialmente entre casais do mesmo sexo. Afinal, a arte desempenha um papel crucial no enfrentamento da violência em uma sociedade machista e preconceituosa”, ressalta Bittencourt. 

Sobre o ator 

Com quase dez anos de uma carreira sólida e bem-sucedida como ator, tendo feito projetos nacionais e internacionais, protagonizado campanhas publicitárias de sucesso, 10 longa-metragens, novelas, curtas, séries para canais fechados (HBO, Sony, GNT) e abertos (Multishow, Globo), diversos espetáculos teatrais, João nos últimos três anos vem se solidificando como roteirista, diretor e produtor.  

Em 2018, escreveu o longa-metragem “Nas Mãos de Quem Me Leva”, e em 2019 produziu e dirigiu o filme, de forma 100% independente. Ainda em 2019 escreveu o roteiro do curta-metragem LGBTQIA+ “Flush”, o qual também estrelou como ator. Ambos os filmes foram multipremiados em festivais pelo mundo, incluindo prêmios de roteiro, direção e atuação.  

João segue desenvolvendo roteiros para todos os formatos de conteúdo dirigindo, produzindo, além de continuar trabalhando como ator. 

Categorias
Janeiro a Março

QUANDO EU FOR MÃE QUERO AMAR DESSE JEITO

UMA COMÉDIA CHEIA DE VENENO

COMPLETANDO 57 ANOS DE CARREIRA, VERA FISCHER, RETORNA À CENA, COM TEXTO INÉDITO DE EDUARDO BAKR E DIREÇÃO DO PREMIADO TADEU AGUIAR.

Depois de uma turnê de extremo sucesso, o espetáculo retorna a São Paulo em janeiro de 2024.

“A peça coloca uma lente de aumento sobre sentimentos e sensações de cada um dos personagens. Destaco no texto o exagero sobre os pensamentos, desejos e motivações”, conta o autor Eduardo Bakr. 

Vera Fischer é dona Dulce Carmona, uma septuagenária que recebe a noticia de que seu único filho, Lauro (Rafael Sardão), vai se casar com uma mulher que ela não conhece (Marta Paret). A partir daí, a comédia mostra a luta de uma mãe obcecada para dar ao filho um futuro digno de sua “classe social”. A aristocrática Dona Dulce Carmona entra numa guerra com a noiva do filho para manter a imagem da família. 

Conhecido pela direção de grandes musicais, como A COR PÚRPURA; BIBI, UMA BIDA EM MUSICAL; QUASE NORMAL; 4 FACES DO AMOR; BEETLEJUICE, entre outros,   Tadeu Aguiar completa 43 anos de carreira encenando uma comédia ácida: “Além do amor materno, há outros amores permeando a peça: o amor do filho pela mãe, do homem pela mulher, da mulher pelo homem, e, até, pelos filhos que poderão vir. Quando Eu For Mãe Quero Amar Desse Jeito mostra um pouco desse amor atávico, mais forte do que a gente”, detalha Tadeu. 

Recém completados 72 anos, Vera Fischer diz que ama fazer teatro e trabalhar: “Minha vida não faz sentido sem trabalho. Eu preciso do trabalho. Sou independente. Quero trabalhar até meus 100 anos, quero fazer uma festa maior e melhor do que a dos meus 50! É isso! Eu sou daquele tipo de pessoa que todos os dias comemora a vida!”. 

O figurino de Dani Vidal e Ney Madeira busca acentuar a personalidade dos personagens, oferecendo apoio a suas transformações ao longo do espetáculo. Uma paleta que vai do tom nude ao bordô intenso, marca a trajetória de Carmona, sendo utilizada a mesma paleta em gradação inversa para Gardênia. “Desta forma, buscamos posicionar gradativamente a noiva e futura esposa de Lauro, no lugar em que encontra Carmona, inicialmente”, conta Dani Vidal. “Lauro se mantém em posição intermediária mediando as duas intensas e queridas mulheres, marcado em tons de azul. Um contraste surpreendente será́ revelado na cena de casamento de Gardênia e Lauro, identificando os desejos reais das duas mulheres de sua vida”, especifica Ney Madeira. 

O cenário de Natália Lana ambienta o espetáculo em uma casa aristocrática com certa decadência. “Apesar de à primeira vista termos um cenário realista, buscamos quebras e cortes que simbolizam a força da relação entre estas duas mulheres que não medem esforços para atingir seus objetivos. Optamos pela paleta de cores carregada no dourado e vermelho para enfatizar ainda mais esta força”, afirma Natália. A luz de Daniela Sanchez pretende manter a atmosfera de tensão constante. Com a luz é possível manipular quase que imperceptivelmente, através dos diferentes ângulos e recortes, as mudanças de cenas, num clima de mistério e suspense. Isso, sem perder a lado do humor ácido que a peça proporciona. A trilha sonora de Liliane Secco será́ toda original.” Faço uso de instrumentos virtuais, recurso que dispensa a participação de músicos ao vivo”, finaliza Secco. 

FICHA TÉCNICA 

Texto: Eduardo Bakr

Direção: Tadeu Aguiar

Elenco: Vera Fischer, Marta Paret e Rafael Sardão

Cenário: Natália Lana

Figurino: Ney Madeira e Dani Vidal

Desenho de Luz: Daniela Sanchez

Trilha Sonora Original: Liliane Secco

Assistência de Direção: Flavia Rinaldi                                                

Produção Executiva: Edgard Jordão                                                

Coordenação de Produção: Norma Thiré

Produção Geral: Estamos Aqui Produções Artísticas.

SERVIÇO 

QUANDO EU FOR MÃE QUERO AMAR DESSE JEITO 

Duração: 80 minutos

Gênero: Comédia

Classificação indicativa: 12 anos

@estamosaquiproducoes

#quandoeuformaequeroamardessejeito